ADVOGADO · ECONOMISTA · OAB/SP 206.975

Não basta construir um nome que as pessoas reconheçam.

É preciso saber se você pode continuar crescendo com ele.

Proteção jurídica para o nome que sustenta a reputação e o crescimento da sua empresa, análise de viabilidade, registro no INPI e acompanhamento depois dele.

PREENCHER A FICHA DO MEU CASO2 minutos · resposta pessoal
Marcelo Silva, advogado e economista
20+ ANOS DE ATUAÇÃOVISÃO JURÍDICA + EMPRESARIALATENDIMENTO EM TODO O BRASILANÁLISE ANTES · ACOMPANHAMENTO DEPOIS

A resposta curta, para quem tem pressa:

01Análise de viabilidade
02Protocolo no INPI
03Acompanhamento até (e após) a concessão
IR DIRETO À FICHA ↓
n.º 1O PROBLEMA QUE QUASE NINGUÉM VÊ

Sua empresa pode ter CNPJ e ainda não ter a marca protegida.

Ter CNPJ não impede outra empresa de registrar uma marca com o nome da sua. Em regra, a marca pertence a quem a registra primeiro no INPI, e quem registra depois pode ter que recomeçar do zero: nome, fachada, perfil, reputação.

sua marca já está registrada no INPI?
CNPJidentifica a empresa perante o fisco
NOME FANTASIAapresenta o negócio ao público
REGISTRO NO INPIsó ele garante o uso exclusivo da marca, nenhum dos dois o substitui
n.º 2ENQUANTO A MARCA NÃO É SUA

Você pode ter que mudar o nome da sua marca.

O nome pode estar no CNPJ, na fachada e no Instagram, e ainda assim não ser seu.

No Brasil, a propriedade da marca nasce do registro no INPI, não do uso. Até lá, o que existe é uso, e, em regra, o nome fica disponível para quem depositar primeiro.

USO ≠ PROPRIEDADE
01
O nome está livre. Para qualquer um.
Outra empresa pode depositar o mesmo nome no INPI, e, em regra, quem deposita primeiro fica com ele.
02
A notificação não avisa antes.
Quem registra depois pode ser chamado a deixar de usar o próprio nome, na fachada, no perfil, no domínio. Rebatizar é recomeçar.
03
Todo marketing valoriza um ativo.
Sem registro, cada real investido em divulgação constrói reputação sobre um nome que ainda não é juridicamente seu.
Registrar é um ato jurídico, não um formulário.
POR CONTA PRÓPRIA
O INPI aceita o pedido de qualquer pessoa. O risco fica na análise que não foi feita: colidência, classe, forma de uso.
POR PLATAFORMA AUTOMATIZADA
Protocola em volume, sem juízo jurídico do seu caso, e sem alguém que responda por ele depois do protocolo.
COM ANÁLISE JURÍDICA
O pedido nasce de um parecer, viabilidade, classes, estratégia, assinado por quem acompanha o processo até depois da concessão.
É ASSIM QUE EU TRABALHO ↓
MUDAR O STATUS: SEM REGISTRO → EM ANÁLISEou continue, o método completo está logo abaixo ↓
n.º 3COMO EU TRABALHO

Antes de protocolar uma marca, eu não olho apenas para o nome.

É preciso compreender o negócio, a atividade, a forma de uso da marca e o que a empresa pretende construir. A proteção começa antes do protocolo, e não termina com ele.

n.º 1
Análise de viabilidade
Busca de anterioridade, análise de colidência e leitura do negócio. Você recebe um parecer claro: registrar, ajustar ou repensar.
n.º 2
Estratégia e protocolo
Classes corretas para onde o negócio está, e para onde vai. Depósito no INPI fundamentado, sem atalhos.
n.º 3
Acompanhamento e defesa
Publicações, exigências, oposições e renovação. Clareza antes do protocolo, acompanhamento depois dele.
ANÁLISEPROTOCOLOCONCESSÃOVIGILÂNCIA
↑ o seu caso começa aqui
COMEÇAR PELA ANÁLISE →ETAPA 1 · A FICHA LEVA 2 MINUTOS
n.º 4QUEM ASSINA
Marcelo Silva em frente ao Tribunale di Lucca, na Itália
Fig. 1 · Tribunale di Lucca, Itália.

Marcelo Silva. Advogado, economista e profissional com mais de 20 anos de atuação.

Uno a leitura jurídica à leitura de negócio: antes de olhar o processo, olho a empresa, o que ela é, como usa o nome e o que pretende construir. É essa dupla formação que sustenta o método: clareza antes do protocolo, acompanhamento depois dele.

Marcelo lendo inscrições antigas em pedra
Marcelo em frente ao Panteão, em Roma
Marcelo escrevendo em um café

“Estudo nomes há vinte anos, nos tribunais, nos livros e nas pedras. O nome que mais protejo é o que carrego.”

n.º 5ARTIGOS · CLAREZA ANTES DO PROTOCOLO
n.º 6PERGUNTAS FREQUENTES

Quanto tempo demora o registro no INPI?

O processo completo costuma levar de 12 a 24 meses. A proteção, porém, conta a partir do depósito, por isso protocolar cedo (e certo) importa.

Quanto custa registrar uma marca?

Há taxas oficiais do INPI e os honorários do trabalho jurídico. O investimento é apresentado em proposta individual, após a análise do seu caso, como determinam as normas da OAB.

Já uso o nome há anos. Isso não me protege?

O uso prolongado gera alguns direitos limitados, mas em regra vale quem deposita primeiro. Quanto antes a análise, menor o risco de construir sobre terreno alheio.

Minha marca serve para outra cidade/estado?

O registro no INPI vale para todo o território nacional, na classe em que foi concedido, diferente do registro na Junta Comercial, que é estadual.

A sua dúvida é outra?PERGUNTAR DIRETO NA FICHA →
A FICHA DO CASO

A proteção da sua marca começa com cinco respostas.

Preencha a ficha e abra a conversa no WhatsApp já com o seu caso apresentado. Sem robô: quem lê e responde é o Marcelo.

seus dados não entram em lista de e-mail, servem só para a análise do caso.
ETAPA 1 DE 5FICHA DO CASO
Qual é o segmento do seu negócio?